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Vendo Mar

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setembro/2016

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Pensar cidades com seus abismos e contrastes nos leva a questionar quantas Fortalezas coexistem na mesma cidade. Essa foi uma das inquietações que disparou um processo de criação proposto pela então estudante de Cinema e Audiovisual, Ana Paula Veras, na época bolsista de iniciação científica, e acolhido pela orientadora, profa. Deisimer Gorczevski. O processo coletivo de criação da intervenção foi constituído em conversas, comentários, perguntas e sugestões de colaboradores que vivem no bairro e frequentam o local para lazer ou que, de algum jeito, relacionam-se com o bairro. Nesse percurso permeado por saberes e fazeres, buscamos compor um modo de intervir que transpareça modos de vida e maneiras de se relacionar presentes na construção desse território sensível. 

A proposta consiste em uma intervenção audiovisual na Praia das Pedrinhas, no Serviluz, espaço com pequenas piscinas naturais, ameaçado por políticas de “remoção e revitalização” que promovem especulação imobiliária. A intervenção Vendo Mar mapeou imagens lúdicas, de lazer e afeto que os moradores vivenciam com o mar, contrastadas com a campanha publicitária do principal parque aquático do Ceará. Nas narrativas visuais e sonoras que foram cartografadas ao acompanharmos o movimento das ruas, dos becos, das praças, no contato com o mar e no farol, o bairro Serviluz é afirmado, por seus moradores, como espaçotempo de encontro e partilha, que oferece a força de quem resiste, diariamente, inventando outros modos de vida, onde o sentido ético-estético encontre um lugar preponderante.

     

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