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Participantes do Laboratório

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ADRIANO MORAIS
Graduação em Artes PPGARTES-UFC. Membro do Laboratório de Artes e Micropolíticas Urbanas (LAMUR). No período de 2018-2020: Professor do curso de Licenciatura em Artes Visuais (CLAV) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará- IFCE. Licenciado pelo mesmo curso da mesma instituição. Dentro do CLAV ministrou as disciplinas de Estudo da paisagem, Estudo da cor e da forma, Estudo da figura humana, História da Arte no Brasil, Ateliê de poéticas visuais digitais I, Ateliê de poéticas visuais digitais II, Arte e tecnologias contemporâneas e Fundamentos da Arte Sequencial. Professor também da disciplina de Artes (ensino médio); Realizador em audiovisual formado pelo curso de realização em audiovisual pela Instituição Municipal Vila das Artes. Atua como Artista, pesquisador e professor de Artes Visuais, Audiovisual e Fotografia. Responsável pela equipe de audiovisual do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) sobre a pesca Artesanal e Carpintaria Naval referente ao município de Beberibe-Ceará pelo IPHAN-CE (2016-2019). Atualmente tem como principal pesquisa a intitulada “cartografia dos espaços sensíveis", a qual vem sendo desenvolvida no mestrado em Artes do PPG-Artes e no LAMUR (a partir do laboratório de escrita criativa), algumas produções e publicações também já foram expostas relacionadas a esta pesquisa.

 

ALINE ALBUQUERQUE
Artista visual, pesquisadora, educadora e mãe. Graduada em Artes Plásticas pela UNICAMP (2002), mestra em artes pelo PPGArtes-UFC (2016). Participou de algumas exposições coletivas como: Ocupações - CCBNB (2015), Exposição/Fórum Descolonial - Sobrado Dr. José Lourenço (2017), Mulher Vírgula! - Multigaleria Dragão do Mar (2018), ARTE, DEMOCRACIA, UTOPIA - Quem não luta tá morto - Museu de Arte do Rio (MAR) (2018), Mapas de um mundo ausente - PPGArtes-UFC-MAUC (2018), Que vai chover amanhã - Sobrado Dr. José Lourenço (2019). Realiza intervenções e movimentos com a cidade de Fortaleza, especialmente com o bairro  Vicente Pinzón e adjacências, onde mora desenvolve e opera o conceito de “Arte de Bairro”. Desenvolve, desde 2016, uma instalação coletiva em movimento, denominada AGITPROP (https://biblioo.info/agitacao-e-propaganda/ ), que surge nos protestos de rua, e se desdobra em diversas ações como o “Descadastramento”, realizado no bairro do Serviluz, com o desejo de questionar o cadastramento realizado pela Prefeitura de Fortaleza na ocasião em que o bairro sofria mais uma ameaça de remoções. Atualmente coordena o Laboratório de Artes Visuais do Porto Iracema das Artes.


 

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CV Lattes : http://lattes.cnpq.br/1227916343083421

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ANA PAULA VERAS
Pesquisadora e realizadora. Atualmente é doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Comunicação (UFC). Concluiu o mestrado em Artes (PPGArtes-UFC) em 2021 e graduou-se em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal do Ceará. Foi bolsista PIBIC – Funcap 2015-2016 do projeto de pesquisa e intervenção Coletivo AudioVisual do Titanzinho, no PPGArtes ICA|UFC. Participou do projeto de exposição Ocupações (2015) e realizou a intervenção audiovisual VENDO MAR (2016). Participou do 1o Júri de Estudantes de Audiovisual da Semana dos Realizadores. Dirigiu e roteirizou o curta-metragem Rota Borboleta (2017) e o episódio Constituição Coreográfica Criminosa da temporada-piloto da série televisiva ARTES DE PROA. Realizou o curta-metragem “Mar Absoluto” (2016), através da convocatória Fortaleza Presente Passado e a video-instalação Zona(2018), integrante do 14° Salão Nacional de Artes de Itajaí.


 

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Fortalezas Sensíveis: Escritas com as Cidades
Fortalezas Sensíveis: Intervenções com a Cidade
Coletivo AudioVisual do Titanzinho – Cine Ser Ver Luz

Beatriz Nogueira

Fotógrafa e Documentarista. Mestranda em Artes pela Universidade Federal do Ceará - UFC. Bolsista da CAPES, Brasil (2022). Pós-Graduada em Direito Penal e Criminologia pela PUC/RS. Advogada - OAB/CE 37.422. Membro da Comissão de Justiça Restaurativa e Ressocialização da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/CE). Atua em projetos no campo das Artes, Filosofia, Direito Penal, Criminologia, Segurança Pública e Direitos Humanos. Voluntária do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais e do Instituto de Defesa pelo Direito de Defesa. Coordenadora de Comunicação da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC) de Fortaleza/CE. Atualmente vem trabalhando nas proximidades do encontro entre Filosofia da Diferença e as Artes Visuais através da produção de vídeo-poemas em seu canal do YouTube. No Lamur, participou do Grupo de estudos Escrita l Escritura. 

LINKS:
Site: www.beatriznogueira.com
YouTube: https://youtube.com/@beatriznogueira6091
Instagram: @beatrizmanogueira
CV Lattes: https://lattes.cnpq.br/9460656282051370 

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PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Fortalezas Sensíveis: Escritas com as Cidades

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BRUNA FORTE
Repórter do caderno cultural Vida&Arte no jornal O POVO, é graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Ceará (2014) e Mestra em Comunicação também pela UFC (2018). Atualmente, é discente da Especialización en Epistemologías del Sur, 5º Cohorte (2020/2021), ofertada pelo Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (CLACSO) em parceria com o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Portugal; e doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Comunicação (UFC). Pesquisa direito à cidade, narrativas e teorias decoloniais. Abordou, na graduação, a construção do coletivo cearense Quem Dera Ser um Peixe como subjetivação política. No Mestrado, pesquisou narrativas sobre cidade elaboradas na comunidade Poço da Draga pelos grupos ONG Velaumar e Movimento ProPoço. No LAMUR, integra a pesquisa Fortalezas Sensíveis.


 

LINKS:

CV Lattes:  http://lattes.cnpq.br/1906244908559204

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Fortalezas Sensíveis: Escritas com as Cidades
Fortalezas Sensíveis: Intervenções com a Cidade

DEISIMER GORCZEVSKI

Professora e pesquisadora no Instituto de Cultura e Arte, na Universidade Federal do Ceará (UFC). Coordenou o Programa de Pós-Graduação em Artes entre 2019 e 2021. Realizou doutorado em Ciências da Comunicação pela Unisinos-RS e doutorado-sanduíche em Comunicação Audiovisual na Universitat Autònoma de Barcelona, Espanha. Coordena o Laboratório Artes e Micropolíticas Urbanas e, atualmente, as pesquisas: Cinema In(ter)vençao: Cine Ser Ver Luz e Fortalezas Sensíveis: Escritas com a Cidade. Entre as publicações mais recentes organizou o livro Arte que Inventa Afetos e os livros_catálogos Nossas Ruas com Cinema e Cinema que Inventa o Bairro, ambos em coautoria. Realiza estudos com ênfase em processos de criação coletivos e colaborativos, cartografias e intervenções audiovisuais, micropolíticas urbanas, políticas públicas e metodologias de pesquisa em artes, filosofia e ciências.


 

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PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Fortalezas Sensíveis: Escritas com as Cidades
Fortalezas Sensíveis: Intervenções com a Cidade
Cinema In(ter)venção - Cine Ser Ver Luz
Coletivo AudioVisual do Titanzinho – Cine Ser Ver Luz

Arte | Espaço Comum | IntenCidades
In(ter)venções AudioVisuais com Juventudes em Fortaleza e Porto Alegre

 

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FRANCISCO MOURA

Atuo como arte-educador, artista visual, pesquisador e realizador audiovisual. Graduado em Cinema e Audiovisual na Universidade Federal do Ceará. Coordenador do Arte na Biblioteca e do CinePapoco. Participou das exposições: NossArte  no Museu de Arte da UFC com as obras Aluga-se (2019) e Há um rio aqui embaixo (2019); Panorama II: Streaming com a vídeo performance intitulada Moscas Transgênicas (2018) ; Semana da Dança Fortaleza com o desenho sonoro da  vídeo dança Corpo Concreto (2019). Realizou o curta metragem Livraria da Calçada (2021). Integra o Lamur- Laboratório de Artes e Micropolíticas Urbanas.

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Fortalezas Sensíveis: Escritas com as Cidades

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CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/3619194181916045

JOÃO MIGUEL LIMA
Pesquisador interdisciplinar e artista visual, é atento às plantas que brotam das rachaduras das calçadas e mantém uma coleção de folhas secas. Mestre em Sociologia (2014) e bacharel em Ciências Sociais (2011) pela Universidade Federal do Ceará. No LAMUR participou da pesquisa Arte | Espaço Comum | IntenCidades (2014-2016) com a proposição “Entre árvores e sombra, entre plantas e folhas secas”, que se dedicou a experimentações entre caminhar e fotografar (n)a cidade, como o “direito à sombra” e as plantas “ocupadeiras”. Na pesquisa Fortalezas Sensíveis: Intervenções com a Cidade, realizou o ConversAções Plantar Artes | Colher Cidades (2019).


 

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Fortalezas Sensíveis: Escritas com as Cidades

Fortalezas Sensíveis: Intervenções com a Cidade

Cinema In(ter)venção - Cine Ser Ver Luz

Coletivo AudioVisual do Titanzinho – Cine Ser Ver Luz

Arte | Espaço Comum | IntenCidades

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Instagram: @cinema_narua

CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/3487603593980870

Mapa Cultural: https://mapacultural.secult.ce.gov.br/agente/35630/

JÚLIA MOREIRA RIBEIRO

Ex-graduanda em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal do Ceará (UFC) por dois anos, e atualmente graduanda em Ciências Sociais pela mesma instituição. Tem experiência nas áreas de mediação, produção cultural, curadoria em audiovisual e em realização audiovisual. Foi Bolsista da pesquisa Fortalezas Sensíveis Escritas com as Cidades PIBIC/UFC/FUNCAP no período Agosto de 2020 à Julho de 2022 e atualmente, participa do Laboratório Artes e Micropolíticas Urbanas.

PARTICIPOU DAS PESQUISAS: 

Fortalezas Sensíveis: Escritas com as Cidades

LARISSA BATALHA

Desenha entre saberes biológicos e experimentações artísticas. Artista/bióloga. Manaus (Amazonas)/ Fortaleza (Ceará). Mestranda em Artes no PPGArtes|UFC e graduada em Ciências Biológicas|UFC. Integrante do Laboratório Artes e Micropolíticas Urbanas – LAMUR|UFC. Produtora e idealizadora do Ateliê Migratório. Participou das Exposições Coletivas:  Porto Marine de Imagens – 3º Salão de Arte do Porto (Porto Iracema das Artes, 2018), Comfigura (Porto Iracema das Artes, 2018), Gesto Tempo (Porto Iracema das Artes, 2019), Linhas da Cidade (Festival Borda, 2019), O corpo é o centro da tempestade (2021), Galeria Aberta: Estratégias de Sobrevivência (2021), Ateliê Imersivo “Mestre é quem de repente aprende” (2022), Reflorestamento (MAC, 2022) e Bienal Internacional do Sertão “Educar a paisagem” (2023). Participação como artista selecionada: II Semana de Arte Urbana do Benfica (2019), Projeto "Deusas dos Muros" (2019) e Mostra Arrabalde (2020). Participação com o “Ponto Coletivo”: “Festival Concreto #7 - Festival Internacional de Arte Urbana” (2020) e “Cumbucor de Verão” (2021). Participação no espetáculo “Segunda Classe” (Conclusão do CPBT - Noite, 2022).

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Fortalezas Sensíveis: Escritas com as Cidades

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LEANDRO COSTA

Graduando em Dança – Bacharelado na Universidade Federal do Ceará, B-Boy, pesquisador e atuante na cena local de eventos de competições na área do Breaking. Optou pela graduação a fim de ampliar o vocabulário corporal e conhecimento sobre a área da dança, também com a intenção de fomentar as artes da rua juntamente com a universidade. No primeiro semestre de 2023 foi bolsista de Iniciação Científica (PIBIC-FUNCAP) na Pesquisa Fortalezas Sensíveis: Escritas com as cidades e, atualmente, segue participando do Laboratório Artes e Micropolíticas Urbanas (LAMUR | CNPq | UFC).

PARTICIPOU DAS PESQUISAS: 

Fortalezas Sensíveis: Escritas com as Cidades

lucas lins

assim mesmo, em minúsculas, é pesquisadore transdisciplinar, poeta e artista das (po)éticas oceânicas. graduou-se em Oceanologia (FURG, 2022) e atualmente cursa o mestrado em Artes pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal do Ceará (PPGArtes-UFC). assina por aí como carneebatatas. Integrante do Laboratório Artes e Micropolíticas Urbanas – LAMUR|UFC.


LINKS: 
Instagram: @carneebatatas

E-mail: carneebatatas@hotmail.com
CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/3979647613248546

 

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NATALIE LOPES

Universitária em suas horas mais ocupadas; no tempo livre, escreve histórias na internet, nas quais compartilha suas visões realistas de mundos imaginários. A vida adulta lhe fez sair do interior do Ceará para cursar Arquitetura e Urbanismo na UFC de Fortaleza. Entre 2022 e 2023 foi bolsista bolsista de Iniciação Científica (PIBIC- CNPq) da pesquisa Fortalezas Sensíveis: Escritas com as cidades e, atualmente, segue como participante do Laboratório Artes e Micropolíticas Urbanas (LAMUR| UFC|CNPq) 

PARTICIPOU DAS PESQUISAS: 

Fortalezas Sensíveis: Escritas com as Cidades

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RAUL SOAGI
A pesquisa de Raul, integrante do LAMUR, a qual foi desenvolvida como projeto de monografia do curso de Publicidade e Propaganda (UFC), busca investigar as possibilidades de apreensão do espaço urbano por meio dos sentidos do corpo, com ênfase no tato, a partir do que ele chama de "experiências corpográficas". Referindo-se aos modos com que produzimos cidade a partir da experiência corporal – engendrada pelo e no corpo – e, como a cidade, enquanto campo pulsante de forças e intensidades, também configura o corpo, convidou João Miguel Lima e Virna Benevides para itinerâncias de olhos vendados pela cidade de Fortaleza. Assim, em diálogo com o conceito de corpografia forjado por Jacques (2014), as experiências corpográficas inflamam os três problemas de investigação que constituem sua pesquisa: a hegemonia da visão enquanto prática majoritária de apreensão da cidade (PALLASMAA, 2011); a importância do gesto de tatear na relação corpo-espaço urbano (MONTAGU, 1988); e o processo de conhecer enquanto prática de invenção de si e do mundo (KASTRUP, 1999). Desde 2016, o processo de estudo já se desdobrou em escritas, cartões-postais, fotografias e um áudio-vídeo ("por que a gente fecha os olhos quando beija?", 2017).


 

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Fortalezas Sensíveis: Escritas com as Cidades

Fortalezas Sensíveis: Intervenções com a Cidade

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CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/8892555017437855

E:mail: renatoferreirazero@gmail.com

RENATO FERREIRA - ZÉRO 

Rabiscador punk. Conta/constrói histórias no papel e nos tecidos por meio de linhas que caminham e costuram materialidades para ver e/ou pensar e/ou utilizar. Participou dos trabalhos coletivos: Noivinhas - Estudantes da Universidade Federal do Ceará (UFC) + Estudantes da Escola Estadual Antônio Bezerra + Comunidade Externa (2023), Maria de Barro - Curso Design - Moda/UFC + CUCA Jangurussu (2022), Eu, Nós - Uma Insurgência - Dragão Fashion Brasil (2020), Além Aquém Daqui - Coletivo Grão (2017-2019), além de outros projetos junto à Universidade Federal do Ceará (Mural dos Temperamentos no Instituto de Cultura e Arte/ICA - 2023, Bolsista do projeto Moda, Arte e Sustentabilidade - 2023/atual, desfile de Moda para idosos do Lar Torres de Melo, 2019). Graduando em Design - Moda (UFC, 2019/atual), é figurinista (Porto Iracema das Artes, 2017), especialista em Cultura de Moda e Mercado (Faculdade Estácio do Ceará, 2018) e jornalista (Faculdade 7 de Setembro, 2015). Tem interesse por produções coletivas, processos de criação artística e do-it-yourself (DIY). Rabisca tudo que pode/quando pode, inclusive palavras. Integrante do Laboratório Artes e Micropolíticas Urbanas – LAMUR|UFC.

PARTICIPOU DAS PESQUISAS: 

Fortalezas Sensíveis: Escritas com as Cidades

RICARDO ALVES DOS SANTOS NETO ( RIC SEVLA) 
Fotógrafo e artista digital, mestrando em Artes pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal do Ceará (PPGArtes-UFC), bacharel em enfermagem pela Faculdade Terra Nordeste (FATENE, 2015) e especialista em saúde da família (FATENE, 2017). Atuou como educador em cursos técnicos na área da saúde e arte educador na residência pedagógica em artes (IFCE, 2020 a 2022). Integrante do Laboratório Artes e Micropolíticas Urbanas – LAMUR|UFC.

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Fortalezas Sensíveis: Escritas com as Cidades

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RHACHEL MARTINS

Realizou mestrado em Artes pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Licenciada em Música pela Universidade Estadual do Ceará (UECE). Durante a graduação foi bolsista no Programa Institucional de Iniciação à Docência (PIBID/UECE), do subprojeto de Música, entre os anos de 2014 - 2016. Em meados de 2016 até 2019 exerceu atividade como bolsista na Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual do Ceará (OSUECE), como violinista. Atualmente é pesquisadora no Laboratório Artes e Micropolíticas Urbanas - LAMUR e professora vinculada a Secretaria de Estado da Educação, da Cultura, do Esporte e do Lazerdo Estado do Rio Grande do Norte (SEEC/RN), lecionando a disciplina artes.

 

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Fortalezas Sensíveis: Escritas com as Cidades

Fortalezas Sensíveis: Intervenções com a Cidade

 

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CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/6912086363835198

Pesquisadoras Convidadas

Pesquisadoras Convidadas

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CARMEN SILVEIRA DE OLIVEIRA

Possui graduação em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1977), especialização em Saúde Pública pela Escola de Saúde Pública do Rio Grande do Sul (1980), mestrado em Mestrado Em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul(1984) e doutorado em Psicologia (Psicologia Clínica) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo(1997). Atualmente é Sócia, Psicoterapeuta, Consultora e Docente da Intercessão: Consultoria Psicológica, Instituições e Clínica e participa como pesquisadora convidada do Laboratório Artes e Micropolíticas Urbanas (LAMUR|UFC). Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Tratamento e Prevenção Psicológica. Atuando principalmente nos seguintes temas: Subjetividade brasileira.

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Fortalezas Sensíveis: Escritas com as Cidades

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CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/213714624468237

CLECI MARASCHIN

Realizei minha formação acadêmica na Universidade Federal do Rio Grande do Sul/UFRGS. Em 1982 finalizei o Curso de Graduação em Psicologia e, em 1992, o Curso de Licenciatura em Psicologia. O Mestrado e o Doutorado em Educação foram concluídos respectivamente em 1987 e em 1995. Em 1991 ingressei como professora no Departamento de Psicologia Social e Institucional do Instituto de Psicologia da UFRGS. Em 1997 fui credenciada como docente e orientadora nos Programas de Pós-graduação em Psicologia Social e Institucional e em Informática na Educação. Fui editora da Revista Psicologia e Sociedade da Associação Brasileira de Psicologia Social de 2002 até 2007. Exerci o cargo de Diretora do Instituto de Psicologia da UFRGS de 2006 até 2010. No ano de 2011 realizei um Pos-doutoramento na Universidade de Wisconsin-Madison/EUA. Atualmente sou professora colaboradora na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, credenciada nos Programas de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional e Informática na Educação. Desde meu mestrado, venho desenvolvendo estudos e pesquisas tomando como temática central os efeitos nas tecnologias da informação e da comunicação (TIC) nas áreas da educação e da saúde na perspectiva da Psicologia Social.

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

In(ter)venções AudioVisuais com Juventudes em Fortaleza e Porto Alegre

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CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/3992255361467211

Livro ‘Arte que inventa Afetos’

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PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Arte | Espaço Comum | IntenCidades

In(ter)venções AudioVisuais com Juventudes em Fortaleza e Porto Alegre

LINKS:

CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/3992255361467211

Livro ‘Arte que inventa Afetos’

Participação no Grupo de Estudo:

NIZE MARIA CAMPOS PELLANDA

Possui graduação em História (UFRGS), mestrado em História da Cultura (PUCRS), doutorado em Educação (UFRGS) com doutorado-sanduiche na M.U. (OHIO-USA) sob a orientação do Dr. Peter McLaren. Realizou estágio de Pós-doutoramento na Universidade do Minho (PORTUGAL) onde atuou como pesquisadora convidada atuando no CEHUM no projeto "Educação, saúde e sofrimento". Nesse momento, faz Estágio Sênior de pesquisa na Universidade do Minho onde está desenvolvendo uma plataforma digital para sujeitos diagnosticados com TEA (Transtornos do Espectro Autista) baseada em pressupostos da complexidade sob a supervisão da Dra, Lia Oliveira. No desenvolvimento da referida plataforma o grupo tem tido a parceria efetiva dos professores da UFERSA: Dr. Francisco Milton Mendes Neto e dra Kara Demoly. Como desdobramento dos trabalhos do estágio se constituiu um grupo de investigação, o TEACOMPLEX, que tem atividades presenciais e à distância. Atualmente integra o quadro permanente de professores do Programas de Pós-Graduação "Cognição, Tecnologias e Instituições" da UFERSA. É coordenadora do GAIA (Grupo de Ações e Intervenções Autopoiéticas) cujo eixo de convergência é Educação e Complexidade. O conceito central organizador das pesquisas vinculadas do grupo é a construção do conceito complexo de ONTOEPISTEMOGÊNESE. Os temas predominantes das pesquisas são: epistemologia da complexidade, acoplamento tecnológico, sofrimento, autonarrativas. Atualmente desenvolve o projeto vinculado "Na ponta dos dedos: o iPad como instrumento complexo de cognição/subjetivação" voltado ao acoplamento de crianças autistas com o iPad no qual estão sendo desenvolvidos processos inovadores em termos de compreensão do papel do objeto técnico na cognição e subjetivação.. É Bolsista Produtividade DT. do CNPq.

Participantes de Pesquisa

Participantes de Pesquisa
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ALÍRIA AIARA DUARTE LEMOS

Aliria Aiara é mestra em Artes pela Universidade Federal do Ceará com pesquisa sobre a arte urbana a partir do Festival Concreto, Festival Internacional de Arte Urbana. Atualmente é doutoranda em Comunicação pela Universidade Federal do Ceará e pesquisa mulheres no graffiti na cidade de Fortaleza, além de ser tutora da Universidade Federal do Ceará na modalidade EAD no curso de Letras, e produtora de conteúdo educacional nas áreas de inglês e artes. Artista inventiva, suas técnicas se misturam entre desenhos, pinturas e gambiarras múltiplas. Adora caminhar com a cidade e se interessa pela apreciação do comum e por ouvir narrativas (contação de histórias). Foi membro do LAMUR de 2017 a 2019 e aprendeu juntamente com os integrantes o prazer das caminhadas e das micro intervenções que alteram a paisagem do comum.

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:
Fortalezas Sensíveis: Intervenções com a Cidade

LINKS:
Instagram: https://www.instagram.com/aliria.aiara/

CV Lattes : http://lattes.cnpq.br/6440399494076926

AMANDA OLIVEIRA

Doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da Universidade Federal da Bahia (PósCom/UFBA), na linha de pesquisa Comunicação e Cultura Digital, é bolsista pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e integrante do Lab404 - Laboratório de Pesquisa em Mídia Digital, Redes e Espaço. Mestra pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Ceará (PPGCOM-UFC), especialista em Teorias da Comunicação e da Imagem, também pela UFC, em 2013, e bacharela em Comunicação Social - Jornalismo, pela Universidade de Fortaleza (Unifor), em 2009. Também possui graduação pelo Curso Superior de Tecnologia em Artes Cênicas, do Centro Federal de Educação Tecnológica do Ceará (Cefet-CE), em 2007. Atualmente, pesquisa a relação entre tecnologias infocomunicacionais e gênero, a partir de uma abordagem neomaterialista, mantendo como áreas de interesse: cultura digital, gênero, Teoria Ator-Rede e juventudes.

 

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Coletivo Audiovisual do Titanzinho

Arte|Espaço Comum|IntenCidades (entre  2014 - 2016 )

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ANNA LUCIA DOS SANTOS

Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (1996), mestrado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2002) e doutorado em Espacio Público y Regeneración Urbana - Universidad de Barcelona (2011). É professora adjunta IV e professora permanente no Programa de Pós-Graduação em Arquitetura Urbanismo e Design (PPGAU+D) na Universidade Federal do Ceará, onde coordena o Varal - Laboratório de Design Social. Atualmente pesquisa Metadisciplina e Design Social.

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Arte| Espaço Comum | IntenCidades (entre  2014 - 2015)

LINKS:

E-mail: annalucialilu@gmail.com

CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/5213698667987689

BRUNO RIBEIRO (Spote)

Artista do grafite e da tatuagem. Graduando em Artes Visuais, no Instituto Federal do Ceará – IFCE. Morador do bairro Serviluz, vem atuando na Associação de Moradores do Titanzinho, no Conselho da Zona Especial de Interesse Social (ZEIS) Serviluz  e no Coletivo Servilost. Colabora com o Cine Ser Ver Luz.  Participou com escrita no livro_catálogo Cinema que inventa o bairro (2019). Integrante do Coletivo AudioVisual a partir de 2020 e da pesquisa Cinema In(ter)venção: Cine Ser Ver Luz, no LAMUR, PPGArtes|UFC.

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CARLA GALVÃO

Professora do Instituto Centro de Ensino Tecnológico, em Fortaleza. Mestre em Artes no Programa de Pós-Graduação em Artes, no Instituto de Cultura e Artes, na Universidade Federal do Ceará. Graduada em Design de Moda pela Universidade Federal do Ceará. Participou na pesquisa In(ter)venções AudioVisuais com Juventudes em Fortaleza e Porto Alegre.

 

 

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Arte | Espaço Comum | IntenCidades (entre  2014 - 2015)

LINKS:

CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/2053390117262924

E-mail: caarla25@gmail.com

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CECI SHIKI

Artista visual, mestra em Artes pelo PPGArtes, da UFC (2018). Participou de alguns festivais de graffiti nacionais como: Pão e Tinta, (PE, 2018) e Origraffes (ES, 2019). Compõe junto a Bruna Beserra o Selo Coletivo que trabalha com arte urbana e foi selecionado no Festival Graffiti Queens (SP,2020). Ministra oficinas sobre arte urbana, patrimônio cultural, memória e cidade como a oficina “Caminhar, (re)conhecer e intervir com a cidade”, a convite da Caixa Cultural com o Poço da Draga (2018); Ministrou as oficinas do projeto Corta e Cola do Selo Coletivo (Lei Aldir Blanc, 2021). Produziu ilustrações em realidade aumentada para o projeto Jandig (SP, 2019), e pelo mesmo participou da programação do Circuito Sesc de Artes - SP. Possui três publicações na coleção PAIC; Além de ilustrações em Sapenilda e o Tesouro Perdido, da Editora Dummar (2017) e O presente do Sol coleção Reciclando o Futuro da editora SL (2020). Recentemente participou junto a outros ilustradores do projeto ebook/audiobook  De memórias e recontos do Ceará: algumas histórias boas de contar (2021).

 

LINKS:

Site: https://pequenaceci.carbonmade.com/

Instagram: https://www.instagram.com/cecishiki/

CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/3919262907153184

CECÍLIA ANDRADE

Professora efetiva da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia desde 2020, possui graduação em Arquitetura e Urbanismo (2004) e mestrado em Artes pela Universidade Federal do Ceará (2017) com bolsa FUNCAP. Atua com produção técnica e acadêmica em Design, Artes e Arquitetura, com ênfase em Artes. Desenvolve pesquisa poética principalmente com questões sobre corpo, espaço e tecnologia, com pesquisas que tencionam a cidade e seus apagamento.

 

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Arte| Espaço Comum|IntenCidades (entre 2015-2016)

 

LINKS:

E-mail: cecicaloi@gmail.com

CV Lattes: 

Blog Era uma vez um rio: https://href.li/?https://eraumavezumrio.wordpress.com/

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EDUARDA TALICY

Jornalista formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo na Universidade Federal do Ceará (2014.2). Pós-Graduanda em Gestão e Assessoria de Comunicação pela Universidade de Fortaleza (previsão de conclusão em 2022).

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:
Arte | Espaço Comum | IntenCidades (entre 2015-2016)

LINKS:

E-mail: eduardatalicy@gmail.com
CV Lattes: 
 http://lattes.cnpq.br/2601938998139174

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FERNANDA MEIRELES

Graduada em Licenciatura em Letras Português/Inglês pela UECE (2004), especialista em Arte-Educação pelo IFCE (2008) e mestre em Comunicação Social na UFC, atuando principalmente nos seguintes temas: zine, mídia alternativa, escritas de si, educomunicação, arte e comunicação urbana.

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Arte|Espaço Comum|IntenCidades (entre  2014 - 2015)

 

LINKS

E-mail: fernandaameireles@gmail.com

CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/9104413461976001

FRANCISCO HARLEY DE OLIVEIRA ALMEIDA
É um artista-pesquisador-montador-transdisciplinar. Experimenta audiovisual, poesia, fotografia, rabiscagens, sonoridades, musicalidades, dispositivos móveis e software freeware. É graduado no famigerado BHU - Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades (UNILAB), especialista em Segurança Alimentar e Nutricional (UNILAB/UNESP). Graduando em Antropologia (UNILAB) e Mestrando em Artes (UFC).  É membro do coletivo k-talises e do Laboratório Artes e Micropolíticas Urbanas (LAMUR). Tem se debruçado em temas como: alimentação, trabalho, encantarias e festas. Se interessa em discussões que atravessam: movimentos migratórios, fome, aquecimento global, catástrofes climáticas e ambientais. Enquanto traço conceitual, tem se dedicado a saberes e práticas que apontam a vida como obra de arte, produção do pensamento através de imagens e sonoridades, cartografia esquizoanalítica, filosofia da diferença, antropologia visual, antropologia da ciência e da tecnologia. Em pesquisas de campo tem criado relações de afetos entre povos e povoamentos de feiras-livres e mercados populares em cidades no interior do Ceará, comunidades indígenas, comunidades quilombolas, comunidades rurais, refugiados climáticos, refugiados de guerra, imigrantes e demais comunidades periféricas do mundo.

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Fortalezas Sensíveis: Escritas com as Cidades

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LINKS:

Youtube: https://www.youtube.com/c/HarleyAlmeida

Instagram: @almeidaharley

CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/3685586875099289

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GERARDO DOS SANTOS RABELO

Fotógrafo e realizador audiovisual amador, atuou no Coletivo AudioVisual e na Associação dos Moradores do Titanzinho. Participou da ONG Encine – Comunicação para leitura de mundo e nas pesquisas In(ter)venções AudioVisuais com Juventudes em Fortaleza e Coletivo AudioVisual do Titanzinho – Cine Ser Ver Luz, no PPGArtes ICA|UFC, onde colaborou com a realização das Oficinas, Mostras AudioVisuais e Sessões do Cine, no bairro Serviluz, em Fortaleza.  Apaixonado por Xadrez e Agente de Saúde. Coordenou o Projeto Cineclube Ser Ver Luz aprovado no Edital Cinema e Vídeo Secult (2014) e colaborou no Projeto Serviluz das Artes – aprovado no Edital Nossa Ação Muda a Cidade (2014), da Coordenação de Juventude de Fortaleza. Graduado em Ciências Contábeis na Faculdades Nordeste) – FANOR em 2011. Graduando no Curso de Matemática, na Universidade Estadual do Ceará. – UECE. 

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Coletivo AudioVisual do Titanzinho

In(ter)venções AudioVisuais com Juventudes em Fortaleza e Porto Alegre

JO A-MI

Professora-pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Artes (UFC) e do Instituto de Humanidades (UNILAB-CE). Possui  Doutorado (UFPE), Mestrado (UFC) e Graduação em Letras (UNESA). Trabalha com pesquisas nas áreas de Arte Contemporânea e Literaturas Contemporâneas de Língua Portuguesa realizando discussões transdisciplinares que passam por Arte Urbana/Cidade/Urbanidade, Gênero/Corpo/Erotismo, Escrita/Escritura/Poética. Coordena o ATELIÊ (Grupo de pesquisas e estudos interartes/UNILAB) e participa do Centro Interdisciplinar de Estudos de Gênero Dandara (UNILAB). Enquanto artista visual e escritora, tem vivenciado experiências com audiovisuais/instalações, oficinas de escritas e publicações literárias perpassadas por ficções/híbridos poético-imagéticos.

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:
Fortalezas Sensíveis: Intervenções com a Cidade

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JOANA SCHROEDER

É Mestre em Relações Internacionais pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2011). Tem experiência na área de Ciências Sociais aplicadas a políticas públicas, desenvolvendo pesquisas e intervenções, atuando principalmente nos seguintes temas: Políticas Públicas, Educação e Direitos Humanos; Antropologia, Sexualidade e Saúde Coletiva. 

 

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Arte | Espaço Comum | IntenCidades( entre 2014 - 2015 )

 

LINKS:

E-mail:joana.schroeder@gmail.com

CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/0953251957674520

LUCAS DILACERDA

É artista e filósofo. Graduado (Licenciatura e Bacharelado) em Filosofia, com distinção Summa Cum Laude, Especialização em Filosofia Clínica, em andamento, e Mestrando em Filosofia na Universidade Federal do Ceará (UFC). Foi pesquisador do Núcleo de Pesquisa do Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC) e integrante do Laboratório de Artes Visuais do Porto Iracema das Artes. Atualmente, é coordenador do Laboratório de Arte Contemporânea (LAC) e do Laboratório de Estética e Filosofia da Arte (LEFA). É membro do Laboratório de Artes e Micropolíticas Urbanas (LAMUR), do Programa de Pós-Graduação em Artes da UFC, integra o Conselho Educacional do Lux Espaço de Arte e coordena o Grupo de Estudos em Estética e Filosofia da Arte (GEEFA). Pesquisa nas áreas de Arte e Filosofia, atuando principalmente nos seguintes temas: Ética, Estética, Filosofia da Arte, Cinema, Tempo, Imaginação, Corpo, Afeto, Vida e Arte Contemporânea. Foi curador das exposições "Soterramento", "Arre_mate" e "Ant_Corpo". Participou de diversas exposições e foi vencedor do 70º Salão de Abril.

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Fortalezas Sensíveis: Escritas com a Cidades(2020 -  Fev 2022)
Fortalezas Sensíveis: Intervenções com a Cidade

Lucas Dilacerda - 4x3_edited.jpg

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Instagram: @lucasdilacerda.

E-mail: lucasdilacerda3@gmail.com.

CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/5909467713679553.

MARQUINHOS ABU

Marquinhos Abu é grafiteiro, arte educador e produtor. É também membro do Coletivo Aparecidos Políticos, foi premiado no 65° Salão de Abril com a performance “Operação Carcará” e é co-autor do livro “Mini manual da Arte Guerrilha Urbana”. Abu também é um dos curadores do “Ateliê Aparecidos Políticos”, localizado no Sobrado José Lourenço, em Fortaleza/CE. No município do Crato/CE, Abu desenvolveu o projeto “Retratos de Memória do Gesso”, com o registro e pintura em stêncil de moradores históricos da comunidade. Participou da pesquisa Arte, Espaço Comum, IntenCidades. Colaborou com as intervenções do Coletivo AudioVisual do Titanzinho, entre 2013 e 2015.  A primeira participação foi na criação de um mural na faixada da Associação dos Moradores da Comunidade, em 2013. E, no ano seguinte, coordenou Oficinas de Stencil com a participação de crianças e jovens moradores do bairro Serviluz e atuou no Projeto Serviluz das Artes, aprovado no Edital Nossa Ação Muda a Cidade, da Coordenação de Juventude de Fortaleza. Participou, ainda, da produção do projeto “Oco do Mundo”, gravado no sertão nordestino, e do documentário “Desbravadores – Google Street View Trekker“. Compõe a equipe de produção do Concreto – Festival Internacional de Arte Urbana, além de seguir participando de festivais de graffiti pelo Brasil. Recentemente, integrou a Caravana Concreto no México, no Festival Ciudad Mural. Marquinhos Abu é um dos curadores da exposição “Bestiário Nordestino – Um olhar sobre a gravura fantástica”, que esteve em cartaz em 2017 no Centro Dragão do Mar de Arte e a Cultura e que, agora, segue em circulação pelo Brasil.

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MARLLON DOUGLAS BARBOSA MELLO

Marllon Tamboril, artista-pesquisador, desenvolve desde 2013 em Porto Velho - RO pesquisas e ações poéticas em arte urbana, coletivas e individuais, voltadas para as reflexões sobre a paisagem pública e histórica da cidade. É graduado no curso de Licenciatura em Artes Visuais pela Universidade Federal de Rondônia (2017), e atualmente tem dado continuidade às suas pesquisas como mestrando no Programa de Pós-graduação em Artes da Universidade Federal do Ceará.

 

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Fortalezas Sensíveis: Intervenções com a Cidade

 

LINKS:

E-mail: marllontamboril@gmail.com

Lattes CV: http://lattes.cnpq.br/5261456870347013

MARIA FABIOLA GOMES

Graduada em Cinema e AudioVisual, na UFC, e em Letras, na UECE. Moradora do bairro Serviluz, atua no Coletivo AudioVisual do Titanzinho e colabora na Associação de Moradores do Titanzinho. Primeira Bolsista de Iniciação Científica (PIBIC-Funcap) da pesquisa In(ter)venções AudioVisuais com Juventudes em Fortaleza e Porto Alegre, entre 2011 e 2012. Foi bolsista do programa Ciência sem Fronteiras estudando na Université Rennes II, no domínio das Artes do Espetáculo com foco nos Estudos Cinematográficos. Participou da Pesquisa Coletivo AudioVisual do Titanzinho ­ Cine Ser Ver Luz e colaborou com a pesquisa Artes e Espaço Comum –IntenCidades. Atualmente, participa da pesquisa Cinema In(ter)venção: Cine Ser Ver Luz, no LAMUR, PPGArtes|UFC. 

PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Cinema In(ter)venções: Cine Ser Ver Luz(2014 - atualmente)

Coletivo AudioVisual do Titanzinho

Arte | Espaço Comum | IntenCidades

In(ter)venções AudioVisuais com Juventudes em Fortaleza e Porto Alegre

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NATASKA CONRADO

mestra em Artes pela Universidade Federal do Ceará (UFC), com estudos financiados pela Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FUNCAP) [2016-2018]. Especialista em Jornalismo e Crítica Cultural pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) [2007-2008]. Graduada em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL) [2002-2006]. Desde 2004, participo de coletivos e ações que promovem encontros, afetos, invenções e partilhas democráticas, incitando o livre acesso às artes, à comunicação e à educação. Atuei na gestão, produção e realização de projetos culturais, de cineclubes e de minicursos nas áreas de cinema, comunicação e fotografia. Em filmes, assumi funções diversas: montadora, diretora de arte, diretora de fotografia, roteirista, produtora, animadora, assistente de direção, cenógrafa, desenhista de som e assistente de pesquisa. Integrei o Tela Tudo Clube de Cinema; a Ideário Comunicação, Cultura e Educação Popular, inclusive compondo o Cineclube Ideário; e trabalhei em atividades vinculadas ao Ministério da Cultura (MinC, Governo Federal), à Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas de Alagoas (ABD&C/AL), ao Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros (CNC) e à UFAL. Exerci serviços como ilustradora, fotógrafa, assessora de imprensa, produtora de eventos e designer visual. Criei projetos gráficos e diagramei livros, revistas, um jornal de grande circulação em Alagoas, cartazes, sites, entre outras produções. Fiz parte do Laboratório Artes e Micropolíticas Urbanas (LAMUR) e sou colaboradora do Cine Ser Ver Luz, em Fortaleza, no Ceará. Pesquiso modos de ver, dedicando-me especialmente às conversas entre cinemas, pensando espectatorialidades, exibições, artes da projeção e dispositivos cinematográficos junto à produção de tempos e espaços, de encontros e afetividades na invenção de nós mesmos e de formas de convivermos. 

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PARTICIPOU DAS PESQUISAS:

Fortalezas Sensíveis: Intervenções com a Cidade

Cinema In(ter)venção - Cine Ser Ver Luz